Prova Oral: Fale bem e garanta a sua vaga

Dicas de comunicação para a Prova Oral de Concursos Públicos

Você estudou muito para as provas escritas, passou em todas e agora está na reta final com muito medo da prova oral?

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Certamente  está muito ansioso, perde o sono, se sente inseguro e tem muitas dúvidas sobre o que fazer com as mãos enquanto fala e até mesmo qual o tom de voz correto para falar.

Bom, você não vai querer passar pelo apuro que os participantes do filme “O Concurso”  passaram né?
Na comédia, com Danton Mello e Fábio Porchat, os participantes de um concurso público entraram numa tremenda enrascada para se dar bem na prova oral. Veja o trailer do filme:

O que fazer?

No momento da prova oral, a grande dificuldade não é o conteúdo (que foi avaliado nas etapas anteriores), mas sim a desenvoltura com que ele é transmitido. De nada adianta saber todo o conteúdo e não aplicá-lo de maneira assertiva, demonstrando confiança.

Por isso, no post de hoje trouxemos algumas dicas para melhorar sua performance na hora da prova oral e ajudá-lo a transmitir credibilidade e segurança para seus ouvintes.

A primeira impressão é a que fica!

Você sabia que leva apenas 3 segundos para formar a primeira impressão sobre uma pessoa?
Pesquisa realizada pelo Management Institute, of Technology , nos EUA, mostra os principais fatores que influenciam a imagem que o seu interlocutor terá de você. Veja no gráfico abaixo quais são:

ImagemE essa realidade no meio profissional vai além do que imaginamos: A empresa de consultoria e auditoria, PricewaterhouseCoopers – PWC  entrevistou 1.100 CEOs de empresas em todo o mundo para saber qual atributo eles consideram mais importante em um candidato. A maioria afirmou ser a comunicação.

Como transmitir credibilidade, segurança e domínio de conteúdo?

– Para transmitir credibilidade devemos usar uma entonação neutra, tom de voz grave e gestos acompanhando o discurso.

– Para transmitir segurança, devemos manter a postura ereta, olhar direcionado ao interlocutor e discurso adequado ao examinador.

– Para transmitir domínio de conteúdo, devemos utilizar a articulação precisa, ênfase estratégica e velocidade de fala adequada.

Vamos treinar?

Para treinar sua comunicação para a prova oral, experimente praticar perguntas e respostas oralmente e filme (Imagine que a câmera é o seu examinador) fazendo uma análise de acordo com o formulário a seguir.

Sugestões de Perguntas:

  1. Em que condições podem ser substituídas testemunhas?
  2. O que é propriedade intelectual?
  3. O que é o principio da legalidade e quando ele se aplica?
  4. Quais são os requisitos necessários para se alienar um bem público?
  5. A prefeitura pode ingressar na ação de improbidade?

 Hora de analisar!

1. Meus gestos acompanharam o discurso e estavam contextualizados?
(    ) Sim             (    ) Não

2. Transmiti seriedade através da minha entonação?
(    ) Sim             (    ) Não

3. Utilizei tom de voz grave?
(    ) Sim             (    ) Não

4. Mantive minha postura ereta durante as respostas?
(    ) Sim             (    ) Não

5. Meu olhar estava direcionado para a câmera?
(    ) Sim             (    ) Não

6. Articulei bem todas as palavras?
(    ) Sim             (    ) Não

7. Marquei com ênfase as palavras mais importantes ao longo do meu discurso?
(    ) Sim             (    ) Não

8. Mantive velocidade de fala adequada?
(    ) Sim             (    ) Não

O ideal para uma boa performance comunicativa para a prova oral é que você alcance no mínimo 7 respostas “sim”.

Ainda está inseguro?A ACT pode lhe ajudar! O Coaching para Prova Oral  possui um atendimento personalizado, com o objetivo de melhorar o desempenho comunicativo, tornando o seu discurso claro e seguro.

O programa é direcionado àqueles que desejam aprovação na fase oral de concursos públicos, seja em formato de entrevista, arguição ou tribuna, oferecemos acompanhamento guiado no dia da prova, assim como a opção de treinamento com simulação de júri. Conheça!

Leia também: Estratégias comunicativas para Proval Oral.

A capacitação dos líderes para o desenvolvimento de um planejamento estratégico

ImagemDando prosseguimento a nossa discussão sobre a formação de líderes, hoje vamos falar sobre a importância da capacitação nesse processo. (Leia o primeiro post que fala sobre Líderes multiplicadores).

Ser líder e exercer liderança está intimamente ligado a desenvolvimento contínuo, superação de obstáculos, foco, ação, feedback e aprendizado constante.

De acordo com uma pesquisa realizada feita pela HSM e Empreenda Consultoria, 71% dos 687 executivos entrevistados afirmaram que suas empresas não possuem líderes na quantidade e qualidade suficientes para sustentar a estratégia de crescimento nos próximos 3 anos. A pesquisa também revelou que  um dos problemas dos atuais líderes é a falta de planejamento de longo prazo.

Por isso, hoje vamos falar de uma das mais importantes estratégias para suprir a carência de líderes nas empresas: a capacitação.

Ainda de acordo com a pesquisa pela realizada pela HSM e Empreenda Consultoria, os entrevistados apontaram como principais desafios dos líderes para o futuro:

  • Reter e motivar talentos (51% dos votos)
  • Executar a estratégia (42% dos votos)
  • Colocar as pessoas certas no lugar certo (40% dos votos)

Essas habilidades são necessárias em qualquer organização, seja de caçadores da idade da pedra ou de trabalhadores do conhecimento do século XXI, mas também são alcançáveis por qualquer pessoa que esteja disposto a aprender e aplicar as ferramentas certas.

Qual é a estratégia?

Parece algo simples de compreender, mas, nos programas de consultoria que implementamos para o desenvolvimento de Líderes Multiplicadores vemos que, na grande maioria, os líderes estão perdidos na organização, sem saber qual a estratégia deve ser seguida e  o que efetivamente devem cumprir na agenda diária, por isso, muitas vezes ocupam o seu tempo com atividades extremamente operacionais. Ou seja, uma hora que sai muito cara para a empresa, que é desperdiçada com atividades de execução, ao invés de estratégicas.

O pior é que o líder está com um foco tão operacional, que perde sua visão panorâmica do todo e nem percebe o tamanho do prejuízo.

Isso acontece por 2 principais motivos:  Falta de planejamento e falta de raciocínio estratégico.

O que fazer?

 Nesses casos o primeiro passo é ensinar o seu líder a gerir o seu tempo. Ensinar? Isso mesmo!
Dependendo do nível de maturidade do seu gestor, é necessário ajudá-lo a implementar uma ferramenta de gestão do tempo, que deve conter desde a definição de prioridades diárias, às metas para o cumprimento de tarefas e acompanhamento dos resultados. Se falta tempo para dedicar-se ao desenvolvimento de seus líderes, é aí que você pode contar com o apoio de uma consultoria.

Nossa recomendação é que ao implementar uma ferramenta de gestão do tempo, o acompanhamento seja semanal, a partir de reuniões com a liderança imediata e na medida em que for ganhando desenvoltura, passe a ser quinzenal ou mensal.

É de extrema importância que as atividades diárias contemplem no mínimo 70% de ações estratégicas, dentre elas: reuniões com a equipe de acompanhamento de resultados; reuniões intersetores para integração e cooperação entre as áreas; momentos regulares de feedback; análise de itens de controle do desempenho da equipe, que transformem esses itens em indicadores e medições objetivas de resultados; criação de manuais e cartilhas de continuidade, programa de formação dos colaboradores novatos em etapas, mini treinamentos e acompanhamento in loco das  atividades da equipe.

Um líder só pode ter conhecimento e domínio real do que acontece com a sua equipe, se estiver previsto em sua agenda momentos de observação in loco e de proximidade e feedback, com foco para o desenvolvimento e não para a simples execução.

Em nossas consultorias, ao implementarmos uma agenda com foco para o treinamento de pessoas, vemos que é fundamental acompanhar o líder de perto, regulando e dando feedback do seu desempenho, até que assimile as novas funções e obtenha independência total da ACT. É neste momento que percebemos que o multiplicador dará continuidade a todas as padronizações que realizamos em conjunto com ele, de forma madura e assertiva.

E na sua empresa? Como tem sido realizado este processo de capacitação e desenvolvimento de líderes? Conte pra gente!

E se precisar, conte com o ACT Top! O diferencial do nosso trabalho é desenvolver multiplicadores com diferentes focos – comercial, atendimento, de gestão estratégica, dentre outros. Conheça mais!

Líderes multiplicadores: as pessoas rumo ao crescimento da empresa

Quem nunca teve problemas ao contar com colaboradores na empresa que não souberam executar suas funções de forma adequada para atingir aqueles resultados tão planejados?

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De acordo com a Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) existe um crescimento anual de 15,3% nos investimentos em educação corporativa. Em uma ordem de prioridade, os cursos de liderança ocupam o primeiro lugar do ranking, com 80% da preferência.

Sem dúvidas, o desenvolvimento de líderes é um investimento vital e uma etapa importante para garantir o crescimento contínuo de uma empresa. Para isso, as organizações devem identificar, desenvolver, promover, reter e transformar seus líderes em multiplicadores, como parte de uma estratégia contínua de desenvolvimento de talentos. E o mais interessante: os resultados de produtividade, redução de turnover, padronização, motivação e aumento da lucratividade do seu negócio serão visíveis no dia a dia! Vale a pena conferir!

# Mas como transformar seus líderes em multiplicadores?

Sabemos que hoje as pessoas não se mantêm no emprego simplesmente pelo salário, mas sim, por acreditarem nos propósitos da empresa e por se sentirem valorizadas e motivadas para o trabalho. É chegado o momento de pensarmos mais estrategicamente, de que forma os seus colaboradores sejam vitrines, cartões de visita e multiplicadores da cultura do seu negócio. Vamos aproveitar para rever algumas estratégias que indicamos muito em nossas consultorias!

  • Desenvolva programas de premiação e de reconhecimento

Uma boa maneira de motivar seus colaboradores é a partir de programas de endomarketing, com base no cumprimento de metas específicas. Um bom exemplo disso é do nosso cliente, Subway, que conseguiu resultados expressivos de engajamento, a partir do Programa Cookies de Vantagem que a ACT implementou. Leia o case Subway completo.

  • Capriche em ferramentas de interação e colaboração

Outra forma de manter a cultura é investir em programas internos de colaboração, por meio da criação de conteúdos explicativos da empresa. Isso é possível a partir de Portais de Colaboração Online e/ou Intranet, em que os próprios colaboradores se tornam peças chave do seu próprio aprendizado, a partir do envolvimento em enquetes, jogos empresariais, calendário para conhecimento de tudo que acontece na empresa, participação em fóruns, testes, dentre outras diversas possibilidades de interação com tudo que acontece na organização.

  • Faça do seu líder um modelo de sucesso

E se você deseja iniciar com uma medida mais simples, com baixa geração de custos, temos algo prático para te recomendar. É essencial capacitar o seu multiplicador, para que ele aprenda e seja capaz de identificar o que motiva sua equipe de trabalho e como cada pessoa se sente valorizada na organização.

As equipes podem ser facilmente mapeadas por meio de testes padronizados que podem ser disponibilizados à empresa. A partir dos resultados destes testes, sabemos como as pessoas se sentem motivadas (se é, por exemplo, por uma promoção; pela realização profissional ou simplesmente por serem ouvidas) e o que elas realmente valorizam (família; financeiro; físico; profissional; espiritual, dentre outros). Este é o ponto chave para o sucesso das estratégias que você irá utilizar para reconhecer e motivar!

Sendo assim, os resultados dessa análise é o que muda totalmente o foco das ações internas e a forma de abordagem do seu multiplicador.

De nada adianta, por exemplo, criar um plano de carreira baseado em promoções, sendo que sua equipe não é motivada por ‘poder’, mas sim, pelo que chamamos de ‘afiliação’. Tal investimento pode ir por água abaixo e gerar insatisfação. Ou, até mesmo, você pode criar um plano de metas que gera benefícios salariais e essa pode ser uma excelente estratégia, ao ser aplicada para uma equipe comercial, que valoriza o reconhecimento financeiro. Já para outros colaboradores, com diferentes perfis, pode não surtir o mesmo efeito e gerar problemas de comunicação interna e insatisfação.

As estratégias são muitas, mas vão exigir uma análise e um plano de ação que se aplique à sua empresa! E você, o que tem feito para envolver os seus colaboradores no plano de metas e resultados que você busca? Conte para nós!

Conte com a ACT para o que for preciso neste processo. O diferencial do nosso trabalho é desenvolver multiplicadores com diferentes focos – comercial, atendimento, gestão da comunicação propriamente dita, liderança, performance comunicativa, integração, formação de instrutores internos, dentre outros. Conheça os nossos programas de consultoria para formar suas lideranças em todas essas etapas.

Elabore um bom Pitch e “venda seu peixe”

ImagemTer um bom plano de negócios e saber que sua ideia ou produto rende frutos é algo que todo empreendedor já conhece, mas a sua grande dificuldade é “vender o peixe” para investidores e clientes potenciais. Por isso, um bom picth é essencial.

Esse termo é uma expressão americana usada no beisebol para designar o lançador da bola, e foi adaptado sendo usado como termo corriqueiro para o lançamento do discurso de venda, um discurso pré-elaborado e ensaiado para ser usado em qualquer oportunidade na qual o empreendedor precise ‘vender’ sua ideia para alguém.

Existem vários tipos de pitches dependendo da ocasião, do motivo ou do ouvinte. Os mais comuns são os pitches de 15 minutos, no qual o empreendedor consegue marcar uma reunião com a pessoa que ele tem interesse e pode explicar sua ideia de negócio com calma. Embora as reuniões sejam de 1 hora, em média, os pitches mais longos devem ter no máximo 15 minutos. O motivo é que nem sempre o interlocutor terá uma hora do tempo dele totalmente livre para te ouvir, é possível que alguma coisa dê errado na preparação da apresentação ou acabe atrasando ou, na melhor das hipóteses, o empreendedor quer ter também a oportunidade de interagir com o interlocutor e ouvir suas perguntas e sugestões. De uma forma ou de outra, é preciso sempre convencer alguém a se engajar na sua ideia.

Vamos abordar outros tipos de pitch, os mais rápidos de cinco, três e até de um minuto, este último conhecido como pitch de elevador (o tempo que leva para o elevador ir do térreo até o andar do investidor, normalmente o último do edifício). Esta alusão ao elevador ficou famosa e existem muitos exemplos de pitches de elevadores na internet.

Eles geralmente são usados quando o empreendedor se depara com a oportunidade de um encontro casual com uma pessoa que pode ser importante para o seu projeto, que pode ser um negócio ou mesmo a intenção de conseguir um vaga de emprego. Poucos espaços são tão confinados e democráticos quanto um elevador. O interlocutor, geralmente um investidor, não pode escapar e é obrigado a ouvir o empreendedor até chegar no seu andar. Se o pitch for bom, pode resultar em um convite do investidor para uma reunião formal, onde o empreendedor terá mais tempo para apresentar sua ideia.

Pode parecer fácil, mas não é!

Quanto maior o domínio do negócio por parte do empreendedor, maior a sua dificuldade em escolher o que é mais relevante para reduzir em um discurso de um minuto. A tendência natural é que ele queira falar apenas da parte técnica ou focar no mercado algum aspecto de domínio dele que não necessariamente é o que mais vai chamar a atenção do ouvinte. A seguir algumas dicas de especialistas para você elaborar um bom pitch:

  • Deve ser sucinto

Se você tem apenas alguns minutos não caia na tentação de falar feito uma metralhadora para dar o máximo de conteúdo no pouco tempo que tem. A pessoa não vai conseguir prestar atenção em tudo. Ao invés disto, concentre-se nas três mensagens importantes que quer passar e faça um pitch que enfatize estes três pontos que você não quer que ele esqueça. Lembre-se, depois de um dia, ele esquecerá metade do que você falou, depois de uma semana, esquecerá mais uma parte. Só um quarto do seu pitch ficará em sua memória e ele deve se lembrar de você por estas três mensagens.

  • Deve ser treinado

Jamais decorado. Pitches decorados denotam artificialidade e não ‘colam’. Um bom pitch deve ser espontâneo, deve sair naturalmente, por isso, treine exaustivamente até que saia naturalmente. Para privilegiar a espontaneidade não se arrisque a improvisar.

  • Deve ser objetivo

Lembre-se: Você não vai fechar um acordo com um pitch de 5 minutos. O objetivo do pitch é sempre dar o próximo passo. No caso do pitch que estabelece o primeiro contato, o objetivo é conseguir uma reunião. Nessa reunião você terá mais tempo para falar sobre sua ideia. O conteúdo do pitch deve trazer argumentos que provoquem esta reunião, todo o resto pode ficar para depois. Gaste este pouco tempo falando do que é mais atrativo no seu negócio, pode ser a tecnologia, podem ser as pessoas, pode ser o ponto comercial, pode ser o mercado, qualquer coisa que faça o ouvinte ficar de orelha em pé e querer saber mais.

  • Deve ter linguagem simples

A pessoa que vai ouvir seu pitch não pode ficar pensando muito ou acaba perdendo a atenção no pitch, por isso a linguagem tem que ser simples, direta e fácil de entender. A mensagem precisa estar clara. Alguns componentes fundamentais de um pitch são: O problema ou a necessidade, a proposta de valor que o empreendedor trás, qual o diferencial competitivo, os resultados esperados e o que o empreendedor precisa. Não se esqueça também de deixar um cartão ou o seu contato, caso contrário de nada adianta um bom pitch se a pessoa não tiver como falar com você depois.

  • Deve acontecer no momento certo

Pitches de oportunidade têm como característica serem usados quando se encontra a pessoa por acaso, e esta pessoa pode estar em qualquer lugar, num evento, na fila do banco, na sauna do clube, no saguão de espera do aeroporto, fazendo o check in no hotel, não apenas no elevador, é claro. O fato de encontrar um excelente contato para o seu negócio não significa que é o momento certo de lançar o seu pitch. A pessoa pode estar no meio de uma conversa ou entretida com alguma outra coisa. Não necessariamente estará disposta a ouvir um estranho falar do negócio dele. Na medida do possível, respeite o momento e entre quando sentir que surge uma brecha, caso contrário ele não só vai te ignorar como é bem provável que você terá, como na linguagem popular, “queimado o seu filme”.

  • Você deve estar preparado

Muitas pessoas que são assediadas constantemente já tem uma rota de fuga. Geralmente inventam uma reunião dentro de poucos minutos e você só tem este tempo para convencê-lo a te ouvir. Se ele não gostar do pitch pode interromper a conversa quando quiser, mas se ele gostar do que ouviu esta ‘reunião’ talvez nunca aconteça. Neste caso, ele começa a fazer perguntas, se interessa por sua ideia e quer saber mais. Neste momento você atingiu o objetivo do pitch que é atrair a atenção dele, mas por outro lado, precisa estar preparado para responder suas perguntas. Por isso, o melhor momento de elaborar seu pitch é depois que toda a análise do negócio já tiver avançado bem. O empreendedor precisa ter pleno domínio sobre todos os aspectos do seu negócio ou terá sido uma perda de tempo ter atraído atenção de um potencial investidor.

Vale lembrar que um Pitch efetivo requer muita prática e feedback, para aperfeiçoamento contínuo.

Caso precisar de mais ajuda, procure a ACT. Nossas soluções podem auxiliar você e sua empresa a obterem resultados mais efetivos de assertividade e aceitação do seu interlocutor.

Leia também: Construa o seu Pitch para ganhar atenção do público em minutos e Pitch – Você sabe o que é?

Texto: Interface Comunicação

Como usar a técnica de storytelling para as apresentações em público

Storytelling

Sua empresa tem uma história?

Toda organização, desde a sua criação, passa a ter uma identidade, passa a ser parte de uma história. Essa história é construída a partir de um leque de experiências e de visões relacionadas aos acontecimentos diários internos e externos das suas relações. Quando um profissional ligado a essa organização, oferece um produto ou serviço a um cliente, expondo exemplos e narrando histórias, ele está utilizando uma técnica chamada storytelling.  Esta técnica  utiliza as histórias e narrativas como instrumento de comunicação e educação, favorecendo o alcance de resultados.

Mas em que a técnica de storytelling poderia ser útil para apresentação de organizações em tempos modernos? Vivemos em uma sociedade onde a informação é cada vez mais abundante e a realidade é que a atenção das pessoas é algo cada vez mais escasso. Há a impressão de que caminhamos para um ritmo de vida cuja sensação é de que parece impossível acompanhar tudo que acontece em todo o mundo e porque não, a nossa volta.

Comunicação com o storytelling

A modalidade já antiga de contar histórias é uma inovadora forma de comunicação, que é utilizada por diversas organizações e que também pode ser utilizada por qualquer profissional, em diversas situações como: reuniões; conversas pessoais; apresentações em público; negociações ou vendas. O profissional pode envolver seus clientes, sua equipe, seus colaboradores e parceiros, através de uma forma agradável de comunicação. O poder das narrativas e histórias, na comunicação interna e externa, vem se tornando caminho mais eficaz para interagir, motivar, tornar-se próximo, ser empático e praticar a alteridade no mundo corporativo.

Em outras palavras, contar uma boa história é o caminho mais curto para conseguir a atenção de alguém. Embora pareça algo tranquilo e fácil, o dom de criar uma história que realmente atraia a atenção de seus espectadores é um processo complexo. Ele exige um grande investimento de tempo, que já é um elemento cada vez mais escasso em nossa sociedade. Aliás, um dos motivos para o storytelling estar sendo tão utilizado nas organizações é justamente esse. Quanto mais a mídia, as marcas sejam elas menos ou mais conhecidas e até mesmo seus amigos, familiares, lutam por uma fração da sua preciosa atenção, mais seletivo você vai se tornando e, ao que tudo indica, ao final de um tempo, você acabará desenvolvendo a habilidade de olhar somente para aquilo que realmente lhe importa.

Construíndo a história

Diante desta preocupação, a grande chave para a prática de o storytelling dar certo é conseguir utilizar–se de uma história que seja única, real, e acima de tudo, exclusiva capaz de transmitir um posicionamento sólido, que leve à conquista da confiança do espectador fazendo-o se sentir motivado. Nesse sentido nós, seres humanos, somos exímios contadores de histórias há milhares de anos. Em nossa vida diária não há alguém que não consuma histórias de uma forma ou de outra, seja através do cinema, da novela, da literatura ou mesmo no ambiente diário com amigos, colegas, etc. Agimos e nos posicionamos frente a uma determinada situação ou contexto baseados nos valores que adquirimos por aquilo que vemos, ouvimos e vivenciamos. E no caso da storytelling, ela pode ser uma excelente técnica motivacional capaz de aproveitar esse potencial de aproximar as pessoas por meio dos significados e valores que elas compartilham para conquistar sua confiança e mostrá-las o quanto é possível fazer a diferença.

Assim, se soubermos e contarmos uma história realmente boa, os espectadores irão reagir de forma positiva. Já dizia Mário Rosa em “A Síndrome de Aquiles” que “o relato de outra pessoa sobre um fato, pode moldar a imagem que o outro, cria sobre determinado acontecimento, isto porque novos valores criados têm o poder de mudar velhas imagens”. O ato de contar história pode não apenas mudar, mas moldar a percepção de mundo que o outro tem como verdade. Eis o poder da palavra!

Gostou desta dica? Que tal você utilizar esta técnica para a sua próxima apresentação em público? Na ACT você encontra soluções que podem lhe auxiliar a desenvolver um storytelling adequado ao seu negócio. Conheça!

A importância dos gestos na sua comunicação

SilêncioVocê é daquelas pessoas que não sabe o que fazer com as mãos durante uma apresentação? Ou que geralmente se sente mais seguro ao deixá-las guardadinhas no bolso? Ainda existem aqueles que utilizam demais as mãos enquanto falam, não é mesmo? Afinal, qual será o equilíbrio?

Essa é uma queixa constante! Diversas pessoas reclamam sobre este aspecto e estão cobertas de razão, pois as mãos são uma importante ferramenta de comunicação. O não uso ou o uso exagerado pode causar ruído comunicativo e afetar no impacto do seu discurso.

Gestos influenciam o outro

É por meio dos gestos que conseguimos estimular o canal visual do nosso interlocutor e, ao utilizá-los corretamente, aumentamos a chance que ele retenha melhor as informações que estamos transmitindo. Além disso, o uso equilibrado dos gestos favorece na transmissão de segurança e credibilidade. Tendemos a confiar mais em pessoas que utilizam gestos firmes e congruentes com o discurso.

Os gestos geralmente devem acompanhar o seu discurso, ocorrendo de maneira sincrônica com o conteúdo de sua fala. Ao discursar em pé, utilize os gestos na altura da cintura, pois abaixo desta linha eles podem ser constrangedores e acima desta linha podem transmitir uma sensação de autoritarismo.

Tipos de gestos

Basicamente existem 4 tipos de gestos: os emblemáticos, os adaptadores, os reguladores e os ilustradores.

Os gestos emblemáticos são aqueles gestos que substituem a fala, como exemplo, o “jóia”, o “parar”, a “banana” e o de “silêncio”. Estes gestos são determinados culturalmente, por isso devemos entender que nas diferentes culturas eles podem ter representações diversas, como é o caso do “jóia”. O apontar com o polegar para cima, com os quatro outros dedos fechados na palma, aqui no Brasil significa que está tudo certo, já no Japão significa o número 5, na Alemanha significa o número 1, na Europa e Estados Unidos é mais utilizado para pedir carona, já na Austrália e Nigéria, pode ser entendido como um gesto obsceno.

Em uma exposição oral formal devemos evitar o uso excessivo destes gestos, pois eles tornam a sua fala repetitiva e óbvia, tais gestos são utilizados de maneira caricata ao contar uma história ou em interpretações teatrais.

Outro tipo de gestos são os adaptadores e como exemplo temos: o roer as unhas, estalar de dedos, manipular o cabelo, segurar uma caneta e ficar acionando-a sistematicamente ou tampando e destampando, dentre outros.

Os gestos adaptadores devem ser evitados a todo custo durante a fala. Eles são conhecidos como as bengalas da comunicação. Por meio deles demonstramos inconscientemente as nossas inseguranças e fraquezas. Então tome muito cuidado! Por serem inconscientes geralmente não percebemos que estamos realizando tais gestos e acabamos por transmitir ansiedade, insegurança e pouca credibilidade.

A dica é: filme suas apresentações e perceba se realizou algum destes gestos, assim você tornará consciente a ação e poderá reduzir ou até mesmo retirar este mau hábito.

Ainda temos os gestos reguladores e ilustradores que devem ser utilizados ao longo do discurso, pois auxiliam na interação e capacidade de reter as informações.

Ficou alguma dúvida? A ACT pode lhe ajudar! O Coaching em Comunicação, além de desenvolver a fala, trabalha os aspectos gestuais do discurso! Conheça!

Construa o seu Pitch para ganhar atenção do público em minutos

ApresentaçãoSabe aquela situação na qual você tem apenas alguns segundos para conseguir vender seu produto? Por exemplo, em um encontro casual no elevador com uma pessoa importante? Essa chance é única e você não pode perder!

A melhor alternativa para isso e que vem se multiplicando na era dos negócios digitais, que é rápida, simples e objetiva, é chamada de ‘Pitch’.

Você já tem seu Pitch? Para auxiliar, trazemos algumas considerações ao construir um Pitch para vender seu produto/ideias:

  1. Inicie identificando a OPORTUNIDADE. Primeiramente, qual é o problema que o seu produto irá resolver? Qual mercado e necessidades atuais que são carentes  e o que você pode contribuir? Por exemplo: “Temos soluções para os problemas de comunicação que acontecem em empresas de construção civil”, onde você já identifica que atua para um mercado seleto (empresas na área de construção civil) e a oportunidade (problemas de comunicação).
  2. Após o seu cliente concordar que este é de fato um problema, apresente em seguida a SOLUÇÃO. Você deve abordá-la de modo estratégico e objetivo, destacando os diferenciais de sua empresa. Continuando no exemplo anterior: “Por meio de treinamento prático para os líderes, direcionado às necessidades das pessoas e da empresa”. Observe que não foi necessário dizer detalhadamente como funciona, mas já destacou o diferencial ao dizer “prático, customizado e que trabalha com um público selecionado, que será responsável por multiplicar os conceitos por toda empresa: os líderes”.
  3. Neste momento, insira amostras do seu produto, relatando cases, principais clientes que atua no mesmo segmento e os resultados mais significativos alcançados por empresas que confiaram em seu trabalho. É importante que seu cliente tenha dados reais e objetivos sobre o retorno no investimento.
  4. Agora você deve reforçar suas vantagens competitivas. Compare-se com quem tem grande visibilidade no mercado, os diferenciais de sua proposta em relação aos maiores concorrentes na área. “Nossos serviços, a contrário do maior player na área,  são totalmente mensurados, controlados por meio de indicadores e  alinhados com os valores da empresa”.
  5. Somente após este processo construído de aceitação do seu cliente e obtenção de concordância é que  você deve chegar à etapa de apresentação da sua PROPOSTA. Apresente-a de maneira objetiva e envolvente, investindo nos recursos visuais  (não se restrinja ao uso de power points padrões). Deixe claro que você trabalha com soluções que garantem retorno no investimento e que o pagamento de seus serviços será gerado pelos próprios resultados do seu trabalho e benefícios que promoverá para a empresa.

Lembre-se de estar sempre com um cartão de visita em mãos, pois este é o momento de entregá-lo.

Este é um guia inicial para a construção de um Pitch, lembrando que um Pitch efetivo requer muita prática e feedback, para aperfeiçoamento contínuo.

Caso precisar de mais ajuda, procure a ACT. Nossas soluções podem auxiliar você e sua empresa a obterem resultados mais efetivos de assertividade e aceitação do seu interlocutor.

Sucesso e muito treino!

Comunicação para a Copa: base para o sucesso

computer-23873_640O foco estratégico para empresas de turismo para a Copa do Mundo no ano que vem, e pontualmente para a Copa das Confederações em junho, é o turismo receptivo com ênfase na comunicação. Ele se caracteriza pelo conjunto de bens, serviços, infra-estrutura, entre outros atrativos, sempre pronto a atender as expectativas dos indivíduos que adquiriram o produto turístico.

Corresponde à oferta turística, já que se trata da localidade receptora e seus respectivos atrativos, bens e serviços a serem oferecidos aos turistas alí presentes. No turismo a comunicação tem características especiais, pois lida com expectativas, sentimentos e desejos. Viagens são frutos de sonhos, planejamento e alto investimento, tornando o processo comunicacional mais complexo.

O turismo receptivo, para se organizar de modo que seja bem estruturado, deve ter o apoio de três elementos essenciais para que esse planejamento seja executado com sucesso. São eles: relação turismo e governo em harmonia; apoio e investimentos dos empresários; e envolvimento da comunidade local.

A partir da inter-relação desses elementos é que pode nascer um centro receptor competitivo. Nesse centro, além de haver esses três elementos de fundamental importância para a formação do produto turístico, também deve haver outros que devem estar presentes na localidade, como atrativos naturais e histórico/culturais; acessos; marketing; infraestrutura básica e complementar; condições de vida da população local; posicionamento geográfico; entre outros.

Minas Gerais é um dos estados mais completos do Brasil. Pela sua grande extensão territorial, belezas naturais, acervo barroco e excelência culinária,  é possível encontrar destinos e atrativos variados que aliam todos esses prazeres naturais e culturais, que podem proporcionar vivências únicas. Mas ao mesmo tempo, em um país tropical com lugares paradisíacos não é fácil competir com outros destinos nacionais que tem apelos mais comerciais. É necessário portanto colocar a disposição do turista informações que demonstrem toda a beleza e todas as possibilidades encontradas no estado. A agência de turismo é só parte do processo.

E por causa desta característica peculiar é que a comunicação no turismo exige dos profissionais foco nas estratégias e investimento pesado em comunicação. Mais do que divulgar a agência, o destino e roteiro, o profissional humano se torna a matéria prima para a construção de uma comunicação eficaz e o estabelecimento de relacionamentos e a conquista de clientes.

A comunicação além de um bom planejamento tem que estar intimamente ligada a estratégia empresarial, mantendo o foco nos resultados que se espera alcançar. Para isso, a preparação adequada, aliada ao treinamento e capacitação da equipe, se torna fundamental.

Na ACT é possível encontrar variados tipos de serviços para capacitar os profissionais diretamente ligados ao público, como por exemplo, o ACT Quality, serviço destinado a personalizar o contato com o cliente através do alinhamento da cultura organizacional com toda a equipe. Conheças nossas soluções e encontre a que mais a sua empresa necessita!

O espaço da mulher em posições de liderança

Blog 2 MARLembram do velho jargão de que as mulheres estão tomando conta dos negócios? A pouco tempo o comentário costumava soar mais como uma frase de efeito do que uma constatação sincera do avanço das executivas mulheres nas grandes empresas. O fato é que, por mais terreno que tenham ganhado no mundo corporativo nas últimas décadas, as mulheres ainda não alcançaram a predominância dos ternos e gravatas no alto comando das empresas no Brasil e lá fora.

No Brasil, não existem estatísticas precisas a esse respeito. Mas, de uns tempos para cá, no entanto, nota-se uma mudança de tom quando o velho clichê “as mulheres estão tomando conta dos negócios” é repetido. Se fizermos um levantamento pelo mundo, vamos identificar várias mulheres liderando na política, e à frente de grandes grupos empresariais. Dilma Roussef, no Brasil, Angela Merkel, na Alemanha, Cristina Kirchner, na Argentina, além de Hillary Clinton, nos EUA, são exemplos de mulheres em cargos altos em seus países. Uma das maiores empresas de energia do mundo, a Petrobras, por exemplo, é dirigida por uma mulher, a engenheira química, Graça Foster, executiva de carreira na empresa.

A marcha nos últimos anos de um grupo de executivas rumo aos primeiros escalões na hierarquia das grandes empresas no Brasil e no mundo é uma realidade. A paisagem está mudando, muito menos pelos tailleurs, meias finas e sapatos de salto alto usados pelas mulheres, e mais pela capacidade, competência e dedicação, que tem trazido inovação às salas de decisão das corporações, hoje cada vez mais abertas ao estilo feminino de tocar os negócios.

O mês de março é reconhecido mundialmente por celebrar as conquistas econômicas, políticas e sociais das mulheres. Grande parte das iniciativas e discussões sobre gênero tem foco na inclusão e participação feminina nos conselhos de empresas e em cargos de liderança. O presidente da PwC, empresa de Assessoria Tributária e Empresarial e de Auditoria, Fernando Alves, acredita que para alcançar uma mudança sustentável os setores, público e privado, devem também focar no desenvolvimento de talentos femininos no início de carreira para papéis de liderança no futuro.

Muitas companhias no Brasil oferecem possibilidades para que as mulheres se desenvolvam no trabalho. É o caso da Coca-Cola que, desde 2007, conta com uma iniciativa interna global para mulheres, como parte de sua “Visão 2020”, para apoiá-las na conquista de posições de liderança e aumentar a descoberta de talentos femininos. Outra iniciativa fundamental é o Conselho de Liderança das Mulheres (Women’s Leadership Council). A iniciativa se concentra no recrutamento, retenção e desenvolvimento dos talentos femininos. Como resultado desse trabalho, desde 2011 houve um crescimento na representação global de mulheres de nível sênior de 23% para 28%. Além disso, cerca de 50% de seu quadro de funcionários já é composto por mulheres.

E você, mulher? Como tem se preparado para uma carreira de sucesso? A ACT Comunicação está em busca de Mulheres de Negócios que fazem a diferença! Participe desta campanha e concorra a um Dia de Negócios ACT!

Mulheres de Negócios

Uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Mulher de Negócios1

Evoluímos, ultrapassamos as barreiras do preconceito, nos tornamos multifuncionais desde os primórdios da nossa existência, através de habilitadas que nos transformaram em mulheres de negócios, adaptadas a lidar com mais de uma função diariamente as mulheres se encaixaram no mercado de trabalho como uma luva, prontas para executar tarefas que antes nunca tinham visto.  De acordo com o IBGE o número de mulheres economicamente ativas cresceu 44,4% de 2003 para 46,1 % em 2011. Enquanto a população dos homens economicamente ativos caiu 1,7% no mesmo período.

Com o cérebro acostumado a se fracionar para resolver tarefas como: buscar o filho na escola, escolher uma roupa para usar no jantar, decidir o cardápio que vai servir ao marido, levar o cachorro para passear, lavar a louça… Todas essas tarefas parecem irrelevantes a uma mulher de negócios, mas foram estas que adequaram a mulher ao mundo dos negócios. Por isso hoje há uma grande exigência com as mulheres, principalmente daquela que trabalha na área de comunicação. As mulheres estão acostumadas a lidar com diversas funções nas quais elas devem se empenhar com o mesmo cuidado, dedicação e carinho que se empenharam nas tarefas do decorrer da evolução feminina.

E quais as habilidades exigidas das mulheres que fazem a diferença no mercado?

  • Iniciativa – mulheres que saibam lidar com situações adversas e se colocam em posição de comando para propor soluções.
  • Sensibilidade com firmeza – a sensibilidade feminina deve ser aflorada no conhecimento do outro, para conhecer o seu cliente a fundo e identificar seus problemas com sabedoria, lidando com firmeza e engajamento. Fazer com que essas qualidades femininas sejam utilizadas no local e momento certos.
  • Comunicação – as cobranças feitas a essas mulheres, são de uma comunicação funcional, bilateral e eficiente, que atinja todos os ângulos dos negócios alcançando os parceiros e clientes consumidores de forma que eles confiem e se tornem aliados nos projetos.
  • Multifuncionalismo – utilizar a habilidade de executar mais de uma função a seu favor fazendo com que otimize seu tempo sem deixar de trabalhar com eficiência e eficácia. Afinal você que usar o tempo a seu favor e não contra você.

Pensando exatamente nas Mulheres de Negócios, especialmente aquelas que estão lutando para se inserir no mercado, a ACT Comunicação Empresarial deseja presentear as mulheres neste mês tão especial para elas.

Acesse o nosso Facebook e participe da Campanha que vai te dar Dia de Negócios ACT.