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TÊNIS VS FRESCOBOL: UM OLHAR SOBRE OS RELACIONAMENTOS

05.03.15

Rubem Alves, em uma de suas crônicas, diz:

“Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa”.

Não só nos casamentos, mas em qualquer relacionamento (familiar, profissional, afetivo), possuir habilidades comunicativas e saber estabelecer relações de confiança são coisas muito importantes.

Entenda um pouco mais sobre esses dois tipos de relacionamento:

1 – Relacionamento “TÊNIS”

Nas palavras do autor: O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

Nesse tipo, não há cumplicidade, companheirismo ou parceria. Apenas se apontam os defeitos do outro e fica-se esperando qualquer descuido como um pretexto para uma briga ou o fim da relação.

2 – Relacionamento “FRESCOBOL”

O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é um acidente lamentável que não deveria ter acontecido… E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos…

Aqui existe apenas a vontade de caminhar junto, de aprender com os erros, de fazer com que cada dia seja melhor e mais produtivo, contando sempre com o auxílio do outro.

E você? Em qual desses dois tipos de relacionamento estão seus esforços dentro da sua empresa, com seus clientes, ou em sua vida pessoal, com amigos, familiares e relações afetivas?

Venha conhecer os coachings e treinamentos personalizados da ACT para desenvolver suas habilidades de comunicação interpessoal.

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COACHING DE PROVA ORAL

Black haired businessman smiling as he is being watched by an audience --- Image by © Wavebreak Media Ltd./Corbis

As provas orais para concursos públicos estão cada vez mais difíceis e práticas e, por isso requerem preparação específica. É importante ter uma postura e linguagem corporal corretas atreladas ao conteúdo jurídico de qualidade para transmitir uma boa imagem. Por isso, o treinamento personalizado e profissional se faz de extrema importância no momento da preparação.

Para que você possa se destacar na hora da prova, listamos alguns pontos com os quais você deve estar atento:

Trajes: Seja mais formal no modo de se vestir. Opte por tons mais sóbrios e evite roupas em tons muito vivos e fortes. No caso das mulheres, é aconselhável uma maquiagem discreta e leve. Evite joias, bijuterias ou acessórios chamativos.

Linguagem: Esqueça gírias, pois o português formal vai ser levado em conta. Escolha termos simples, objetivos e diretos. Treine sua fluência e responda o que lhe é perguntado, sem rodeios.

Postura: Mantenha a postura ereta, sem apoiar em uma única perna ou “escorar” a cabeça de lado. Faça gestos que ilustrem e reforcem suas ideias.

Preparo e treino: Além de ter todo o assunto na ponta da língua, cursos e coachings específicos são excelentes para a sua preparação. Treine muito e pratique sua fala antes da prova.

Como transmitir credibilidade, segurança e domínio de conteúdo?

– CREDIBILIDADE: Use uma entonação neutra, tom de voz grave e gestos acompanhando o discurso.

– SEGURANÇA: Mantenha a postura ereta, o olhar direcionado ao interlocutor e um discurso adequado ao examinador.

– DOMÍNIO DE CONTEÚDO: Utilize a articulação precisa, ênfase estratégica e velocidade de fala adequada.

A ACT COMUNICAÇÃO possui treinamentos personalizados e específicos para provas orais, que vão melhorar o seu desempenho comunicativo, tornando o seu discurso claro e seguro.

Nosso programa é direcionado àqueles que desejam aprovação na fase oral de concursos públicos, seja em formato de entrevista, arguição ou tribuna. Oferecemos acompanhamento guiado no dia da prova, assim como a opção de treinamento com simulação de júri.

Conheça mais Aqui!

– Leia também: Estratégias comunicativas para prova oral.

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VOCÊ É UM LÍDER COACH?

03 Nov 2013 --- Businesswoman smiling at camera with team behind her --- Image by © Wavebreak Media LTD/Wavebreak Media Ltd./Corbis

Liderar pessoas por exemplos e por influência, além de ter um bom relacionamento interpessoal com todos, essas são as principais características do Líder Coach. Leia mais

Muito Além da Aparência

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Para ler a matéria na integra acesse: http://goo.gl/A3uoqh

Como usar a técnica de storytelling para as apresentações em público

Storytelling

Sua empresa tem uma história?

Toda organização, desde a sua criação, passa a ter uma identidade, passa a ser parte de uma história. Essa história é construída a partir de um leque de experiências e de visões relacionadas aos acontecimentos diários internos e externos das suas relações. Quando um profissional ligado a essa organização, oferece um produto ou serviço a um cliente, expondo exemplos e narrando histórias, ele está utilizando uma técnica chamada storytelling.  Esta técnica  utiliza as histórias e narrativas como instrumento de comunicação e educação, favorecendo o alcance de resultados.

Mas em que a técnica de storytelling poderia ser útil para apresentação de organizações em tempos modernos? Vivemos em uma sociedade onde a informação é cada vez mais abundante e a realidade é que a atenção das pessoas é algo cada vez mais escasso. Há a impressão de que caminhamos para um ritmo de vida cuja sensação é de que parece impossível acompanhar tudo que acontece em todo o mundo e porque não, a nossa volta.

Comunicação com o storytelling

A modalidade já antiga de contar histórias é uma inovadora forma de comunicação, que é utilizada por diversas organizações e que também pode ser utilizada por qualquer profissional, em diversas situações como: reuniões; conversas pessoais; apresentações em público; negociações ou vendas. O profissional pode envolver seus clientes, sua equipe, seus colaboradores e parceiros, através de uma forma agradável de comunicação. O poder das narrativas e histórias, na comunicação interna e externa, vem se tornando caminho mais eficaz para interagir, motivar, tornar-se próximo, ser empático e praticar a alteridade no mundo corporativo.

Em outras palavras, contar uma boa história é o caminho mais curto para conseguir a atenção de alguém. Embora pareça algo tranquilo e fácil, o dom de criar uma história que realmente atraia a atenção de seus espectadores é um processo complexo. Ele exige um grande investimento de tempo, que já é um elemento cada vez mais escasso em nossa sociedade. Aliás, um dos motivos para o storytelling estar sendo tão utilizado nas organizações é justamente esse. Quanto mais a mídia, as marcas sejam elas menos ou mais conhecidas e até mesmo seus amigos, familiares, lutam por uma fração da sua preciosa atenção, mais seletivo você vai se tornando e, ao que tudo indica, ao final de um tempo, você acabará desenvolvendo a habilidade de olhar somente para aquilo que realmente lhe importa.

Construíndo a história

Diante desta preocupação, a grande chave para a prática de o storytelling dar certo é conseguir utilizar–se de uma história que seja única, real, e acima de tudo, exclusiva capaz de transmitir um posicionamento sólido, que leve à conquista da confiança do espectador fazendo-o se sentir motivado. Nesse sentido nós, seres humanos, somos exímios contadores de histórias há milhares de anos. Em nossa vida diária não há alguém que não consuma histórias de uma forma ou de outra, seja através do cinema, da novela, da literatura ou mesmo no ambiente diário com amigos, colegas, etc. Agimos e nos posicionamos frente a uma determinada situação ou contexto baseados nos valores que adquirimos por aquilo que vemos, ouvimos e vivenciamos. E no caso da storytelling, ela pode ser uma excelente técnica motivacional capaz de aproveitar esse potencial de aproximar as pessoas por meio dos significados e valores que elas compartilham para conquistar sua confiança e mostrá-las o quanto é possível fazer a diferença.

Assim, se soubermos e contarmos uma história realmente boa, os espectadores irão reagir de forma positiva. Já dizia Mário Rosa em “A Síndrome de Aquiles” que “o relato de outra pessoa sobre um fato, pode moldar a imagem que o outro, cria sobre determinado acontecimento, isto porque novos valores criados têm o poder de mudar velhas imagens”. O ato de contar história pode não apenas mudar, mas moldar a percepção de mundo que o outro tem como verdade. Eis o poder da palavra!

Gostou desta dica? Que tal você utilizar esta técnica para a sua próxima apresentação em público? Na ACT você encontra soluções que podem lhe auxiliar a desenvolver um storytelling adequado ao seu negócio. Conheça!

A importância dos gestos na sua comunicação

SilêncioVocê é daquelas pessoas que não sabe o que fazer com as mãos durante uma apresentação? Ou que geralmente se sente mais seguro ao deixá-las guardadinhas no bolso? Ainda existem aqueles que utilizam demais as mãos enquanto falam, não é mesmo? Afinal, qual será o equilíbrio?

Essa é uma queixa constante! Diversas pessoas reclamam sobre este aspecto e estão cobertas de razão, pois as mãos são uma importante ferramenta de comunicação. O não uso ou o uso exagerado pode causar ruído comunicativo e afetar no impacto do seu discurso.

Gestos influenciam o outro

É por meio dos gestos que conseguimos estimular o canal visual do nosso interlocutor e, ao utilizá-los corretamente, aumentamos a chance que ele retenha melhor as informações que estamos transmitindo. Além disso, o uso equilibrado dos gestos favorece na transmissão de segurança e credibilidade. Tendemos a confiar mais em pessoas que utilizam gestos firmes e congruentes com o discurso.

Os gestos geralmente devem acompanhar o seu discurso, ocorrendo de maneira sincrônica com o conteúdo de sua fala. Ao discursar em pé, utilize os gestos na altura da cintura, pois abaixo desta linha eles podem ser constrangedores e acima desta linha podem transmitir uma sensação de autoritarismo.

Tipos de gestos

Basicamente existem 4 tipos de gestos: os emblemáticos, os adaptadores, os reguladores e os ilustradores.

Os gestos emblemáticos são aqueles gestos que substituem a fala, como exemplo, o “jóia”, o “parar”, a “banana” e o de “silêncio”. Estes gestos são determinados culturalmente, por isso devemos entender que nas diferentes culturas eles podem ter representações diversas, como é o caso do “jóia”. O apontar com o polegar para cima, com os quatro outros dedos fechados na palma, aqui no Brasil significa que está tudo certo, já no Japão significa o número 5, na Alemanha significa o número 1, na Europa e Estados Unidos é mais utilizado para pedir carona, já na Austrália e Nigéria, pode ser entendido como um gesto obsceno.

Em uma exposição oral formal devemos evitar o uso excessivo destes gestos, pois eles tornam a sua fala repetitiva e óbvia, tais gestos são utilizados de maneira caricata ao contar uma história ou em interpretações teatrais.

Outro tipo de gestos são os adaptadores e como exemplo temos: o roer as unhas, estalar de dedos, manipular o cabelo, segurar uma caneta e ficar acionando-a sistematicamente ou tampando e destampando, dentre outros.

Os gestos adaptadores devem ser evitados a todo custo durante a fala. Eles são conhecidos como as bengalas da comunicação. Por meio deles demonstramos inconscientemente as nossas inseguranças e fraquezas. Então tome muito cuidado! Por serem inconscientes geralmente não percebemos que estamos realizando tais gestos e acabamos por transmitir ansiedade, insegurança e pouca credibilidade.

A dica é: filme suas apresentações e perceba se realizou algum destes gestos, assim você tornará consciente a ação e poderá reduzir ou até mesmo retirar este mau hábito.

Ainda temos os gestos reguladores e ilustradores que devem ser utilizados ao longo do discurso, pois auxiliam na interação e capacidade de reter as informações.

Ficou alguma dúvida? A ACT pode lhe ajudar! O Coaching em Comunicação, além de desenvolver a fala, trabalha os aspectos gestuais do discurso! Conheça!

Comunicação para toda obra

Técnicas que vão te deixar seguro e confortável para levantar a mão e se pronunciar!

ComunicaçãoVocê também é mais um daqueles que evita falar em público? Ou pede, por favor, para não ser escolhido na reunião para apresentação daquele projeto que você investiu semanas para terminar? Dominar as habilidades comunicativas se tornou fundamental para o desenvolvimento da carreira, do papel de liderança e da performance em apresentações em público. De acordo com uma pesquisa da Right Management, empresa de Consultoria Organizacional, há três habilidades que devem ser bem trabalhadas: concisão, objetividade e clareza. Simples? Nem tanto… Mas como desenvolvê-las?

Vários métodos podem ser aplicados para o desenvolvimento das habilidades comunicativas, alguns destes com uma abordagem maios clínica e outros, com abordagem mais técnica. O Coaching de Comunicação, por exemplo, trabalha de forma integrada para conferir o sucesso na sua situação real de comunicação.

O QUE É COACHING?

Segundo o Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, coaching pode ser definido como uma “metodologia que busca atender às seguintes necessidades: atingir metas, solucionar problemas e desenvolver novas habilidades. Trata-se de um processo de aprendizagem e desenvolvimento de competências comportamentais, psicológicas e emocionais direcionado à conquista de objetivos e obtenção de resultados planejados”. A ideia desta técnica está relacionada ao trabalho de um técnico e os seus atletas (pessoas em desenvolvimento do programa). O técnico funciona como um orientador compartilhando as suas experiências e objetivando o alto desempenho do atleta.

COACHING DE COMUNICAÇÃO

Para a consultora da ACT Comunicação, Andressa Duarte, as pessoas que fazem o coaching “buscam o aprimoramento da comunicação oral. Alguns querem melhorar as estratégias de fala em público, outros aperfeiçoar a comunicação não-verbal, ou seja, gestos, expressão corporal, facial, o olhar, etc… e alguns procuram, até mesmo, técnicas para controlar o medo de falar em público.”

Já os clientes, que já participaram destes programas, também compartilham a sua visão e perspectivas sobre o que desejavam obter quando procuraram o coaching, bem como quais as conquistas alcançadas.

Rodrigo Marciano, aprovado no concurso do Ministério Público, foi cliente do Coaching de Prova Oral da ACT Comunicação. Nas suas palavras, ele reforça o quanto o desenvolvimento do programa gerou confiança no momento da prova: “Fui para a prova oral do Ministério Público muito bem preparado. Graças à ACT Comunicação, sabia o que eu podia e o que eu não podia fazer naquele momento. Tal preparação me deu tranqüilidade para transmitir com credibilidade tudo o que havia estudado, desenvolvendo de forma adequada meu raciocínio e com domínio de uma boa técnica comunicativa.”

Kátia Henrique, empresária na área de eventos, buscou o coaching de performance para aprimorar suas habilidades comunicativas e de liderança, e após realizar o programa sentiu que seu maior objetivo, adequar a sua comunicação à sua profissão, foi alcançado:  “Há um tempo vinha buscando aperfeiçoamento profissional em comunicação. Através da ACT, vi a oportunidade de fazer o Coach em Comunicação e estou muito satisfeita com o objetivo alcançado.”

A ACT, O ACT COACH E VOCÊ

O ACT COACH é um dos produtos muito procurados na ACT Comunicação pelos clientes, sejam estes empresários, gerentes, palestrantes, vendedores ou concurseiros de prova oral. Este consiste na avaliação das habilidades comunicativas do cliente, bem como a assessoria na aplicação das técnicas comunicativas durante todo o treinamento, que é dividido em 3 encontros, de 2hs cada.

No primeiro encontro, é realizada uma avaliação detalhada da comunicação geral do cliente. Neste mesmo encontro, quando necessário, é feita a abordagem sobre o medo de falar em público, já com a aplicação de algumas técnicas de controle.  No segundo e terceiro encontros ocorre o treinamento das habilidades que precisam ser melhoradas com feedback constante da Consultora. Os resultados são visíveis e, de acordo com a Consultora Andressa, “a melhor forma de avaliar a melhora de um cliente é quando temos o retorno dele mesmo nos relatando como foi a sua performance e o quanto ele percebeu que houve diferenças em sua desenvoltura de fala em público.”

E você? Que tal ser também um caso de sucesso da ACT Comunicação? Inicie agora a avaliação do seu perfil de comunicação e receba um feedback sobre suas habilidades comunicativas.

Leia mais sobre o ACT COACH!

Vai se apresentar em público?

Veja o que deve subir ao palco junto com você!

PalestraAprender a controlar o nervosismo na hora de falar em público é uma tarefa das mais complicadas para muitas pessoas.

O que para alguns é simples e fácil, para outros é uma situação extremamente perturbadora. A insegurança e a falta de autoconfiança dominam a maioria das pessoas, é por esse motivo que as técnicas de apresentação se tornam fundamentais para auxiliar o orador na hora de enfrentar este desafio.

A nossa equipe preparou algumas dicas que poderão ajudar bastante na hora de subir no palco e enfrentar o público:

  • Estude bem o assunto a ser abordado na apresentação, decorar é um péssimo erro. Esteja bem inteirado sobre o que vai falar.
  • Avalie bem o público ao qual a apresentação vai se direcionar! Leve em conta a quantidade de pessoas, sexo, faixa etária, nível cultural da plateia, grau de conhecimento do assunto e o motivo de seu comparecimento, por convite ou imposição.
  • Separe a apresentação em partes estratégicas e tente desenvolvê-la conforme o planejado. Caso necessário, utilize uma colinha para evitar se perder ou inverter as partes. Pense no que você deseja conquistar como resultado dessa apresentação. E se você fosse um ouvinte que tivesse na plateia, o que gostaria que as pessoas comentassem no dia seguinte?
  • Antes de se apresentar, faça uma simulação, incluindo ensaios na frente do espelho se possível. Observe os seus gestos e movimentos; preste atenção nos vícios de linguagem que você costuma cometer. Caso perceba que a apresentação está longa demais, reestruture-a para que encaixe corretamente na programação.
  • Defina quais materiais serão utilizados, como data show, retroprojetor e vídeos. Ao utilizá-los, use transparências ou slides, procurando não poluí-los. Nunca uilize letras menores que o tamanho 16. Se possível, crie gráficos que tenham correlação com o assunto abordado.
  • Revise todo o seu material! Faça um checklist em termos de conteúdo, erros de português, erros lógicos, layout e, lembre-se de incluir a sua conclusão.
  • No momento de entrar no palco, cumprimente as pessoas! Olhe-as nos olhos, faça perguntas, interaja, as envolva na apresentação. Não fique parado só falando, falando… Represente o papel de orador! Faça gestos, deixe fluir a emoção na sua voz, dê vida a sua exposição. Não se manifeste preconceituosamente, não utilize gírias e palavrões, caso contrário sua mensagem será recebida negativamente.
  • Evite improvisos, ao menos que você tenha bastante experiência no assunto.
  • E, por último, termine a apresentação com uma conclusão bem elaborada, agradeça a plateia e dispense desculpas extras por motivos de nervosismo, dentre outros.

Observados estes pontos, ficará bem mais simples obter sucesso na sua apresentação!

Muitas pessoas optam pela ajuda de especialistas para acompanharem o seu processo de comunicação e sua evolução no treinamento de apresentações públicas. Uma das estratégias de acompanhamento e melhora das habilidades comunicativas é o coaching em comunicação, no qual você realiza sessões de treinamento individuais para trabalhar exatamente as habilidades comunicativas necessárias para transmitir a segurança e credibilidade que você deseja que o seu público perceba em você!

Você já desenvolveu este tipo de trabalho? A ACT Comunicação desenvolve o ACTCOACH e adoraria lhe auxiliar nas suas apresentações em público.

Seja assertivo em suas atitudes

assertividade

Ser assertivo é ser ativo, direto. É transmitir uma impressão de auto respeito e respeito pelo outro. É saber dizer “SIM” e “NÃO” na hora certa. Ser assertivo é, além de tudo, saber o que quer e aonde quer chegar.
Para nos tornarmos pessoas mais assertivas, é necessário fortalecermos alguns comportamentos e atitudes. Pensando nisso, sintetizamos aqui algumas bases do comportamento assertivo que requerem nossa atenção e que podem ser úteis no seu dia a dia.
– AUTO-ESTIMA: como você se sente neste aspecto? O primeiro passo para elevar a auto-estima é a reflexão, a partir do momento em que você aceita os seus comportamentos e a forma que frequentemente reage ao se comunicar, consequentemente, sua confiança se eleva e suas atitudes vão ao encontro dos seus objetivos.
– DETERMINAÇÃO: outro importante passo para desenvolver a assertividade é ter foco e clareza sobre aonde se quer chegar. A partir de uma postura proativa na tomada de decisões, minimizamos as barreiras de comunicação e, mesmo naquelas situações em que não temos a total razão, conseguimos o respeito de nosso interlocutor.
– EMPATIA: coloque-se no lugar do outro mentalmente e perceba o que seu interlocutor está sentindo numa determinada situação. Essa é uma das premissas para alcançar o rapport com o seu ouvinte.
– AUTO-CONTROLE: sem perder o controle das situações, use a racionalidade para gerenciar as emoções.
– ACEITAÇÃO À FRUSTRAÇÃO: aceite o erro e aprenda com o mesmo. Não podemos só ouvir “sim”, pois existem os “nãos” que são pertinentes e favoráveis ao nosso amadurecimento.
– SOCIABILIDADE: goste de estar com pessoas, preocupe-se com o bem-estar do outro assim como o seu próprio.
Ter uma atitude assertiva é, acima de tudo, estar pronto para o novo, usando a razão ou controlando a emoção.

Um papo sobre coaching

A ACT Comunicação participará hoje à noite como convidada especial, do evento promovido pelo CREFONO6, “Um Papo Sobre Coaching”.

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